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Terça, 29 Maio 2012 20:43

Violação de sigilo telefônico

  Cinara Lima, da Agência Brasília
Violação de sigilo telefônico Foto: Mary Leal

Investigação da Polícia Civil aponta ação criminosa contra secretários do GDF, deputados distritais e governador Agnelo Queiroz


O inquérito aberto pela Polícia Civil em fevereiro para investigar a quebra de dados cadastrais telefônicos de autoridades do Governo do Distrito Federal aponta que cerca de 300 pessoas, entre secretários de Estado, deputados distritais e inclusive o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, tiveram seus sigilos telefônicos cadastrais violados.

“O governo foi vítima de uma indústria criminosa e informal de bisbilhotagem que teve acesso a dados cadastrais de telefonemas feitos por membros do Poder Executivo”, ressaltou o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar.

A violação ocorreu quando uma pessoa se fez passar por servidor do governo, entrou em contato com a operadora e trocou a senha de acesso aos dados. Com as informações, o criminoso obteve os nomes dos proprietários das linhas, o tempo dos telefonemas, horários e números de origem e destino.

“Com esse procedimento criminoso, ele conseguiu quebrar os dados cadastrais. Quanto ao conteúdo não há como afirmar se houve quebra. A nossa expectativa é de que isso não tenha acontecido”, acredita o secretário.

As ligações vêm sendo acessadas desde o final de dezembro do ano passado.  Em fevereiro de 2012, a operadora detectou o problema e interrompeu a prática criminosa. Desde então, foi instaurado o inquérito. A investigação está sob responsabilidade do delegado Vicente Paranaíba, da Divisão Especial de Repressão aos Crimes contra a Administração Pública (Decap).

Segundo o secretário Sandro Avelar, o que se pretende agora é saber se a pessoa atuou sozinha ou se participa de algum grupo. “Podemos esperar desse inquérito uma condução bem feita pela Polícia Civil, apurando de maneira responsável e que, em breve, tenhamos outros resultados”, reforçou Avelar. De acordo com o secretário, os envolvidos podem responder por crimes de falsidade e de violação de dados cadastrais.

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