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Segunda, 09 Julho 2012 14:55

Agilidade no atendimento a pacientes graves

  Thaís Antonio, da Agência Brasília
Agilidade no atendimento a pacientes graves Foto: Roberto Barroso

Terceira Sala Vermelha do DF é inaugurada no Hospital Regional de Ceilândia como parte da política de classificação de risco da Secretaria de Saúde

O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, acompanhado da primeira-dama, Ilza Queiroz, inaugurou nesta segunda-feira (9) a Sala Vermelha do setor de emergência do pronto-socorro do Hospital Regional de Ceilândia (HRC). Essa é a terceira sala em funcionamento no DF – única unidade da Federação com atendimento hospitalar feito pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

A Sala Vermelha conta com quatro leitos equipados para atendimento de urgência, além de uma equipe do Samu formada por dois enfermeiros e cinco técnicos de enfermagem. No local podem ser realizados procedimentos especiais considerados invasivos, como ressuscitação cardiopulmonar, intervenção em caso de Acidente Vascular Cerebral (AVC) e de Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), ventilação mecânica e monitorização cardíaca.

“Com a Sala Vermelha, vamos dar uma resposta imediata aos casos de urgência. Os casos menos graves serão resolvidos com as UPAs [Unidades de Pronto Atendimento] e com a agenda aberta”, explicou o governador. “Estamos melhorando o atendimento com a classificação de risco. A agilidade no atendimento pode significar o limite entre a vida e a morte.”

Como funciona – O paciente em estado grave trazido pelo Samu vai direto para a Sala Vermelha. Depois de estabilizado, é avaliado pelos médicos do hospital e segue para a área competente, de acordo com cada caso. O sistema de classificação de risco prevê que os pacientes do pronto-socorro passem por acolhimento, sejam triados e encaminhados às outras salas: Amarela, Verde ou Azul – com menor grau de gravidade.

A Sala Amarela se destina a pacientes já estabilizados, que tenham passado pela Sala Vermelha ou não, e que necessitam de cuidados especiais. Aqueles que recebem as cores verde ou azul são encaminhados ao Ambulatório 2, que funciona com agenda aberta das 7h às 19h e atende 1,1 mil pacientes por dia.

“A política de classificação de risco é uma medida da Secretaria de Saúde que tem o objetivo de dotar todos os hospitais do DF de Sala Vermelha e Amarela, com o Samu presente”, explicou o secretário de Saúde, Rafael Barbosa. “A equipe do Samu é treinada para trabalhar em urgência e emergência. Com isso, o atendimento melhora, e muito. É uma qualidade de atendimento de excelência, com menos risco de sequela e de morte.”

O Hospital Regional de Ceilândia conta com 300 leitos para internação, 10 leitos de UTI adulto e oito de UTI neonatal. A Regional de Saúde de Ceilândia dispõe de 10 equipes de Saúde da Família e 12 Centros de Saúde.

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